
ESG e Eficiência Logística: Por que o Arapark é o Investimento Inteligente no Norte de SC
O mercado industrial e logístico de Araquari/SC vive um momento de consolidação que vai além dos números de absorção e vacância. Em um cenário de oferta restrita e valorização crescente dos ativos, os critérios ESG (Ambiental, Social e Governança) passaram a exercer papel central na tomada de decisões de empresas e investidores.
Atualmente, a decisão não se limita apenas à definição da localização. Torna-se cada vez mais relevante a maneira como a operação se insere no território, se relaciona com o entorno e assegura sustentabilidade ao longo do tempo.
O que é ESG e por que o conceito se tornou central no mercado industrial
ESG é a sigla para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança) e representa um conjunto de critérios que avaliam a forma como empreendimentos conduzem suas atividades para além dos resultados financeiros.
No pilar ambiental, são considerados aspectos como uso eficiente de recursos, gestão de resíduos, controle de emissões e conformidade legal. O pilar social envolve segurança, relações com colaboradores e impacto nas comunidades do entorno, enquanto a governança está relacionada à transparência, integridade e qualidade dos processos decisórios.
O termo ESG surgiu pela primeira vez em um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), o Global Compact (2004) "Who Cares Wins: Connecting Financial Markets to a Changing World". Segundo Eccles, Lee e Stroehle (2020), o ex-Secretário Geral da ONU propôs uma iniciativa conjunta de instituições financeiras para desenvolver diretrizes e recomendações sobre como integrar melhor as questões ambientais (Environmental), sociais (Social) e de governança corporativa (Governance).
Desde então, as organizações buscam melhores práticas ambientais, sociais e de governança para se adequarem ao conjunto de métricas e indicadores dessas áreas.
No mercado industrial, o ESG deixou de ser um fator complementar e passou a influenciar diretamente a atratividade e o valor dos ativos. Empreendimentos alinhados a esses critérios tendem a apresentar menor exposição a riscos operacionais e regulatórios, maior aderência às exigências de empresas e investidores, e melhor desempenho no médio e longo prazo.
Planejamento estratégico e ESG em um mercado de alta seletividade
ESG deixou de ser tendência e se tornou critério decisivo para empresas, investidores e clientes.
Com taxas de vacância historicamente baixas, a escassez de áreas disponíveis reforça a necessidade de planejamento. Esse planejamento, no entanto, não pode mais ignorar critérios ambientais e sociais.
Para o investidor, critérios ESG significam maior previsibilidade operacional, melhor liquidez do ativo e proteção do valor ao longo do tempo, especialmente em mercados com oferta restrita e alta seletividade por parte das empresas ocupantes.
ESG como vantagem competitiva para empresas
Para empresas industriais e logísticas, a escolha do local de instalação impacta diretamente em custos, imagem e continuidade operacional. Em um ambiente de baixa vacância, instalar-se sem critérios estratégicos pode significar perda de previsibilidade e aumento de exposição financeira.
Optar por áreas industriais inseridas em condomínios com boas práticas de ESG permite:
- Maior previsibilidade e controle dos custos operacionais;
- Conformidade com exigências de clientes estratégicos e cadeias de suprimentos;
- Ambiente operacional mais seguro, organizado e eficiente;
- Fortalecimento da imagem institucional e da reputação corporativa; e
- Maior flexibilidade para expansão e adaptação a demandas futuras.
[!IMPORTANTE] O imóvel deixa de ser apenas infraestrutura e passa a ser ativo estratégico do negócio.
Arapark Industrial Business – Um condomínio industrial sustentável
O Arapark Industrial Business foi concebido a partir de uma visão integrada de desenvolvimento, alinhando eficiência operacional, responsabilidade socioambiental e governança. Desde a fase de planejamento, o empreendimento incorporou critérios ESG como diretrizes centrais, entendendo que a sustentabilidade é um fator determinante para a perenidade e a valorização dos ativos industriais.
O empreendimento desenvolve ações voltadas à preservação do meio ambiente, como a redução de emissões de carbono, uso eficiente de recursos naturais, gestão de resíduos, proteção da biodiversidade e transição energética. Inclui questões como direitos humanos, diversidade e inclusão, bem-estar dos colaboradores, saúde e segurança no trabalho, relacionamento com comunidades e clientes, e responsabilidade social corporativa. Além disso, envolve aspectos como compliance, integridade corporativa, gestão de riscos, transparência nas informações, responsabilidade dos conselhos de administração e conformidade com legislações e regulamentos.
Ao incorporar o ESG como fundamento do projeto, o Arapark se posiciona como um ativo mais resiliente, com maior previsibilidade operacional, melhor percepção de valor e aderência às expectativas de empresas e investidores que buscam segurança, eficiência e consistência no longo prazo.
Conclusão
O mercado industrial e logístico de Santa Catarina atravessa um momento em que tempo, estratégia e sustentabilidade caminham juntos. Em um cenário de oferta restrita e forte demanda, os critérios ESG se consolidam como elemento-chave na geração de valor e na redução de riscos.
Para investidores e empresas, antecipar decisões e escolher ativos bem localizados, planejados e alinhados às boas práticas ambientais, sociais e de governança não é apenas uma escolha responsável, é uma decisão inteligente e estratégica.
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